Arte por Jack Vettriano
Palavra,
tu consomes meu juízo
Propões
baços cenários, ledo engodo
Se
queres minha pena, o membro todo
Dentro
da tua vulva, dê-me um riso
Antes
de abrir-se em flor, olhai o aviso:
Sou
bardo sem razão, vivo no lodo
Só
tenho este Bordel, nele que fodo
As
putas que inventei porque preciso
Entendas
bem, falo de teoria
De
quem pelo escrever vive cismando
Só
tenho esta labuta vã e vadia
Perdoas,
mas não deito verso brando
Escrevo
cru, não há demagogia
Minto
que sou poeta e vou rimando


Incrível
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