Tardia e
contemplada de distâncias
Senhora dos
meus ais, das minhas ânsias
Teu colo é o
sonho báquico do ansejo
À tarde, um
lábio infame inda cerrado
Que orvalha
sob o verso que o tateia
Se abrindo
engole o pulha que vagueia
E faz do céu da boca um constelado
E faz do céu da boca um constelado
O pulha, ali
cismando, se entorpece
Da chona que
vedou sem pena o dia
Cobrindo de
caligem sua prece
E antes que
lhe cubra em cinesia
Um só facho
conspícuo inda esmorece
Cortinas de um
teatro, eis a poesia


Deixe a cortina aberta para que possa ver o outro lado... Tentar-se, abrir e deixar o vento entrar...Ele sim sabe para onde te levar.
ResponderExcluirSabe o que a gente pode fazer com isso? Chapar... Né pra isso que servem os vicios?
ResponderExcluirA gente chapa e foge!
um beijo
chatooo ¬¬
ResponderExcluirQuem descreve não é dono do assunto. Quem inventa é.
ResponderExcluir"Mas você me navegou mares tão diversos
ResponderExcluire eu fiquei sem versos, e eu fiquei em vão"