Após longo estio de espera
O torso dela, eis minha quimera
Cai-lhe, ó nimbo, o quão mais cedo
Molhe-a, ó chuva, por meus dedos
Tal rorejo eu não pudera
Ser tormenta, assim quisera
Serenei tão logo, tredo
Que restou de minhas esperas?
Não fiz delas mais que enredo
Forjador de primaveras
Na invernia fui brasedo
E ao rocio do corpo dela
Não fui mais que bardo, quedo
O torso dela, eis minha quimera
Cai-lhe, ó nimbo, o quão mais cedo
Molhe-a, ó chuva, por meus dedos
Tal rorejo eu não pudera
Ser tormenta, assim quisera
Serenei tão logo, tredo
Que restou de minhas esperas?
Não fiz delas mais que enredo
Forjador de primaveras
Na invernia fui brasedo
E ao rocio do corpo dela
Não fui mais que bardo, quedo


Que bom que voltaste
ResponderExcluir"Né pra isso que servem os vícios?
ResponderExcluirA gente chapa e foge"