"No te salves ahora. Ni nunca"
Fiando
na prosa espúrias remissões
Confessai
perjúrios, abjurações
Conquanto
desposa palavras levianas
Fez
da forma um leito, ardiloso vate
Estirando
a carne que mentiu celeste
E
semeia a gleba, ara, roça, investe
Sob o
vasto páramo, molesta e esbate
Cai
despida a pécora, em catorze estrados
Ao
coimar da pluma proferiu vagidos
E
gozou de algia os versos hachurados
Mira o
bardo lasso, os ditos erigidos
Fita
a sacra tríade feita de esporrados
Há de lhe indultar os sobejos impingidos


Talvez..
ResponderExcluirTe chamo de novo: Poeta!
ResponderExcluirE te dou um Cabaré de línguas.
A prosa.
Dona Tâmara.