Arte por: Brent
Lynch
Tu que cantas
torto pela madrugada
Mia pobre amiga
que tens um amor
Levais no peito
este canto de dor
Que alumbra a
noite, triste namorada
Amais um bardo,
quanto dissabor
Não tens fortuna,
és amargurada
Tu quando cantas,
não quero mais nada
Basta-me ouvir-te,
seja onde for
Teu canto é zelo, enobrece a alma
Se hoje é mouco, alguém há de ouvir
Além dos bares desta rua calma
Quão venturoso,
temos de convir
Sozinho escuto, sem outra vivalma
Teu canto ermo, cousa do porvir
Teu canto é zelo, enobrece a alma
Se hoje é mouco, alguém há de ouvir
Além dos bares desta rua calma
Sozinho escuto, sem outra vivalma
Teu canto ermo, cousa do porvir


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"Respeitar o trabalho do outro consiste justamente em submetê-lo à crítica mais rigorosa" (José Borges Neto)