Que
este trovador de airoso peito
Ardeu
feito um graveto no teu lume
Brincou
e foi criança no teu leito
Se
vem chegando a hora da partida
Eu
quero ver sorriso e menos pranto
Que
a vida sempre foi de despedidas
Contudo
nunca se perdeu o encanto
Se
o cheiro de jasmim dos nossos dias
Lembrar-te
das manhãs feitas de flores
E
dos postes que te esperam com poesia
Sabeis:
belas serão até minhas dores
Cá
estou sob conhaque e letargia
A
escrever-me o mais doentio dos teus amores.


Eu quero é prosa, meu poeta!
ResponderExcluir...Tanto tempo faz,
ResponderExcluirque li no teu olhar
A vida cor-de-rosa que eu sonhava...