Suster nas mãos a pélvis desvelada
Violável hímen róseo e orvalhado
Premer na língua o vinco já molhado
Preâmbulo do prélio que o aguarda
Colher da flor o pólen na aurora
Conter num instante pênsil o arrebol
Aurívora vulva à flor do sol
Jorrar seminal leite na epiflora
Molímen propulsor deste solfejo
Talhando uma miríade de ais
Na lúbrica flor roxa e sem pejo
Solstícios e equinócios sem iguais
Botânico e telúrico desejo
Rebenta a violeta em pleno cais


o por do Sol é a unica verdade que me acompanha nesta vida.
ResponderExcluirabraços
ns
Fabuloso1 parabéns!
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